Por: Pedro Capingano
07/04/2014
07/04/2014
A relação entre o excesso
do consumo de bebidas alcoólicas, desestruturação familiar e
efeito negativo para a enconomia angolana.
Assim, em África foi demonstrado da seguinte:
País /região
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De jure
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Notas
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Consumo
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Compra
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Argélia
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18
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Angola
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Sem limite
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Botswana
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18
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Burundi
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18
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Sem limite se acompanhado pelos pais.
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Camarões
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18
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21
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18 dentro de estabelecimentos, 21 fora deles.
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Cabo Verde
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18
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República Centro-Africana
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18
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Comores
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Sem limite
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Egito
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18 (cerveja),
21 (vinho/bebidas brancas)
| ||
Guiné Equatorial
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Sem limite
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Eritreia
|
18
| ||
Etiópia
|
18
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Gabão
|
18
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Ilegal para muçulmanos
| |
Gâmbia
|
18
|
Ilegal para muçulmanos
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Gana
|
18
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Guiné-Bissau
|
Sem limite
| ||
Quênia
|
18
| ||
Lesoto
|
18
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Líbia
|
Ilegal
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Malawi
|
18
| ||
Maurícia
|
18
| ||
Marrocos
|
Sem limite
|
16
| |
Moçambique
|
18
| ||
Namíbia
|
18
| ||
Níger
|
18
| ||
Nigéria
|
18
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República do Congo
|
18
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Ruanda
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18
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Seychelles
|
18
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África do Sul
|
18
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Suazilândia
|
Sem limite
|
18
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Sudão
|
16
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Ilegal para muçulmanos
| |
Togo
|
Sem limite
| ||
Uganda
|
18
| ||
Tunísia
|
18
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Zâmbia
|
18
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Zimbabwe
|
18
| ||
Por vezes, a idade legal depende do local onde o consumo é efectuado ou se a pessoa está acompanhada por um adulto, entre outras condições.
De acordo com a Voz da América em um dos seus programas interactivos com cidadãos, constatou-se que, em Angola regista-se um aumento de consumo excessivo de bebidas alcoólicas. Inclusive, de acordo com alguns cidadãos entrevistados por esta estação de rádio, em Luanda, consumir bebidas alcoólicas todos os dias e em grandes quantidades passou a ser normal.

Este senário convive com os citadinos luandense de forma Misericórdiamente aceitável.
|
Consumo exagerado de bebidas alcoólicas preocupa autoridades locais no Cunene
Ondjiva - Os participantes do VII Conselho
Consultivo Alargado do Ministério do Interior na província do Cunene, que decorreu de 13 a 15 do mês em curso, manifestaram-se
neste sábado preocupados com o elevado consumo de bebidas
alcoólicas, por parte de jovens e adolescentes na região. O comunicado final saído no conselho indica que o registo de numerosos
jovens e adolescentes a consumir bebidas alcoólicas tem como consequência a vida perturbada que muitos levam, obrigando
a intervenção da Polícia Nacional para evitar tais práticas.
·
Angola:
Jovens sensibilizados sobre consumo excessivo de bebidas alcoólicas.
O professor de psicologia, António Ribeiro, solicitou
nesta terça-feira,
na cidade do Sumbe, província
do Kwanza Sul, um maior envolvimento dos estudantes nas acções de sensibilização contra o
consumo excessivo de bebidas alcoólicas por parte da juventude de Angola.Ribeiro fez este pronunciamento durante uma palestra sobre o tema “O consumo excessivo de bebidas alcoólicas e as suas consequências”, onde esclareceu que o consumo excessivo de álcool tem efeitos colaterais como perda da razão, perturbações das capacidades sensórias e auditivas, além de estimular os reflexos de forma descontrolada e diminuição da resistência.
Além disso, devido ao consumo excessivo de bebidas alcoólicas, os jovens têm cometido vários delitos como furtos, condução ilegal e vandalismo de bens públicos.
O professor considera ainda que o Governo deve reforçar as acções tendentes a erradicação do consumo excessivo de bebidas alcoólicas, bem como desenvolver programas específicos para ocupação dos tempos livres dos jovens e salientou que actualmente, as mulheres estão a consumir mais em relação aos homens e isto é um mal que está a preocupar a sociedade.
·
(10-01-2013) Consumo de bebibas alcoólicas em Angola é preocupante, dizem
peritos
Oitenta e cinco porcento dos angolanos precisam de
acompanhamento psicológico,
por causa do consumo excessivo de bebidas alcoólicas, defende o psicólogo social Carlinhos
Zassala. O especialista pensa ser urgente a tomada de uma posição
extrema por parte do executivo,
para se inverter este estado de coisas.“Uma cerveja continua a ser mais barata do que um quilo de arroz,” disse.“O álcool acaba por ser mais barato que o pão que tem que se comprar para toda a família,” acrescentou.
·
O psicólogo clínico Etelvino Dias dos
Santos usa a “teoria
da aprendizagem social” para explicar a facilidade que têm os
seres humanos em aprenderem com o que veem.
Para o psicólogo clínico, os horários e locais inadequados para menores de idade em
que são veiculadas as publicidades constituem num
incentivo para o consumo de bebidas alcoólicas.
·
Para o
professor de Markting e Vendas da Universidade Independente de Angola Arnaldo
Tayengo o que acontece no país é uma publicidade mista (promoção e publicidade) composta por informação e estímulo ao consumo dos produtos (bebidas alcoólicas).
![]() |
| Publicidade, exibindo uma cidade feita de "latas de cerveja " de uma determinada famosa marca de cerveja |
Publicidade, exibindo
uma cidade feita de “latas de
cerveja” de uma determinada marca famosa e, outra mostrando a nova
marca de cerveja.
|
O especialista em Markting e Comunicação entende que a definição de horários para difusão de publicidades nos meios de informação pode ser encarada em duas perspectivas diferentes e controversas: comercial e social. Por um lado está a questão do consumo exagerado e do outro a problemática do emprego.
Para Arnaldo Tayengo é difícil chegar-se a um consenso sobre esta questão, principalmente no contexto africano. Porém, o especialista entende que é um problema vivido por grande parte dos países africanos, cujos governos devem com urgência definir um meio-termo para por cobro a esta situação.
·
O também Pedagógo Osvaldo Politano pensa que a par da proliferação dos postos
de venda de bebidas a baixo preço,
os efeitos psicológicos
provocados pelas publicidades constituem um convite para compra.
Outra questão preocupante prende-se com a ausência
de publicidades dos sectores primários fruto da pouca produção interna.
Esta situação faz com que o sector de bebidas alcoólicas ganhe espaço no mercado e dite as
regras de jogo. Outro sim, segundo o analista, um dos grandes problemas tem a
ver com o facto de a maior parte dos grupos empresariais estar mais preocupado
com os lucros e não com as consequências.Por outro lado, o consumo exagerado de bebidas alcoólicas pode baixar produção nacional e comprometer o desenvolvimento do país.
No meu dia-dia e, de acordo com conversas mantidas com determinadas individualidades, eles, afirmam que, é comum verificarem que até mesmo determinados gestores antes e durante as suas jornadas laborais fazerem uso do álcool. Com a vantagem destes, poderem ter sempre que possivel garrafas de wisky ou vinhos carissimos nos seus gabinetes.
A situação actualmente é ignorada pelos diversos actores sociais, mas o certo é que os mais afectados alegam ser urgente a tomada de uma posição ao mais alto nível do país.
Segundo consta há pessoas que sem ingerir álcool, não conseguem trabalhar. Alguns alegam indisposição e falta de concentração quando não consomem a droga lícita. Não são poucos os casos em que consumidores de bebidas alcoólicas exageraram e comprometeram a sua competência na instituição em que labutam.

Mostremos abaixo alguns indicadores de empresas produtoras de bebidas alcoólicas comparativamente com outras de produção nacional com mais valia que nem sequer aparece nas estatísticas porque por um lado, faliram ou a procura dos seus produtos não é tão apetecível como as bebidas alcoólicas.
A empresa cervejeira, CERBAB, produziu durante o exercício económico de 2009, entre Novembro a Dezembro, período em que arrancou a fabrica, 140 mil hectolitros da cerveja Cuca, numa produção mensal de 14 mil hectolitros, o que representa uma receita avaliada em 360 milhões de kwanzas.
A empresa detentora da unidade fabril que investiu inicialmente 44 milhões de dólares lançou à semana passada nova marca do produto denominada Tchizo.
René Cardone referiu que os preços praticados pela CERBAB aos grossistas de mil e 50 kwanzas e dos consumidores que vivem nas zonas longínquas de mil e 85 kwanzas, onde a entrega é feita ao domicílio, facto que tem contribuído para a rentabilidade da fabrica.
No dia 26 de Maio de 1976, o Governo de Angola confiscou a Cuca e nacionalizou-a, após a tomada de posse da Comissão de Reestruturação do sector cervejeiro.
É fabricada em Luanda e na Catumbela, no município do Lobito, na província de Benguela. A produção em Benguela ascende às 60 mil grades por dia.
De acordo com a mesma fonte, os últimos modelos de equipamentos tecnológicos adquiridos pela fábrica Cuca vão garantir o aumento da produção e maior crescimento nos próximos anos. A aquisição das novas linhas de enchimento assegura uma produção mensal de 210 mil hectolitros, equivalentes a cerca de 150 mil caixas de cerveja por dia.
O director de relações externas, Frederico Izata, informou quinta-feira ao Jornal de Angola que foram investidos 30 milhões de dólares para cada uma das três linhas de enchimento de cerveja em funcionamento na nova fábrica Cobeje - Companhia de Bebidas do Bom Jesus.
·
De acordo com o membro do Comité Interministerial de Luta
Anti-Droga (CILAD), Kudielela Santana, o mesmo afirma que, o álcool é das drogas mais consumidas no país 25-06-2007 Fonte: JA
"Em Angola, o consumo de bebidas alcoólicas começa muito cedo, a partir
dos nove anos de idade e de forma "estrondosa", precisou.
Fim de citações.
As consequências do uso de bebidas alcoólicas e o papel da família, escola e sociedade.
Partindo do pressuposto das consequências, importa reflectir sobre quatro questões que as considero pertinentes:
1.
Como é que o Estado/Gogerno considera a questão da ingestão excessiva de
bebidas alcoólicasl?
2.
Qual é a sua influência para o proceso desenvolvimental da
economía angolana?
3.
Que relação tem tido
para o crescente índice de acidentes rodoviário, assaltos ou banditismo, violência nos lares e desestruturação familiar?
4.
Que papel
negativo tem desempenhado para o processo regressivo de assimilação da classe estudantil?
Em qualquer uma das questões formuladas
acima, é visivel e constatavel que o uso de bebidas alcoólicas acarreta
uma série de prejuízos e comprometimentos
para a saúde
das pessoas, pois fere a integridade
psicológica
e mental do homem. Sem querermos entrar em terminolia conceituais, importar frisar que, os efeitos do álcool transcorrem através do Sistema Nervoso Central – SNC são extremamente prejudiciais à saúde da pessoa que o ingere, pois incluem:
ü fala arrastada,
ü impotência sexual,
ü perda progressiva da memoria (influenciando a
capacidade de assimilação)
ü falta da coordenação motora,
ü diminuição da auto-confiança/auto-estima.etc.
Estas e outras questões deverão servir para
reflexao de todos.
É visivel em quase
todas as bombas de abastecimento de combustivel verificarmos as senhores dentre
outras, a venderem estimulantes sexuais. Não é de conhecimento de
todos?
Porque o fazem?
Muito recentemente, o estado agravou os impostos
sobre a importação de bens, e consumo de luxo e, outros que já é possível adquirir
no País. plenamente de Acordo;
A Assembleia esta a discutir sobre a Lei Penal
(limite de idade penal) igualmente;
Porque não, numa fase como esta onde é necessário apelarmos
ao engajamento de toda a sociedade legislarmos sobre politicas que desincentivam
ou mesmo proíbem ao consumo de bebidas alcoólicas?
Angola esta, entre os países do ponto
de vista pratico que não estabelece limites de idade para compra ou
consumo de bebidas alcoólicas.(ver
quadro acima “Minimum Age Limites For Worldwide”)
Meus Senhores sinto que, estamos
"encurralados" diante deste fenómeno. É urgente a formulação de politicas concretas e, com
aplicação pratica para o desincentivo do consumo de
bebidas alcoólicas.
ü Todos nós ouvimos das revés (famosas casas de músicas para os
jovens).
ü Os caldos nas discotecas ou centros culturais são aos Domingos
matinais. Como é possível se aos Domingos as famílias
reservaram para estar junto do Senhor (Ir a Igreja)
ü Os motoristas de táxis e outros quando estão ao volante
fazerem uso de bebidas alcoólicas. Sob olhar impávido de todos.
ü Aos olhos de todos, vimos diante dos colégios privados,
escolas do 1º e 2º sículo até mesmo Universidades barracas de venda de bebidas
alcoólicas.
A constituição impõe limites para este tipo de comercio em frente as
instituições escolares. Façamos cumprir e ponto final.
Considerando-se que a cidadania se refere à participação do sujeito na sociedade, é evidente que, para o cidadão efectivar a sua participação
comunitária, é necessário
que ele disponha de saúde física mental e psicológica para o fazer.
Hoje, infelizmente é difícil aferir em
concreto sobre o índice de absentismo nos locais laboral. O certo é que, antes
mesmo do fim da jornada laboral verifica-se muitos cidadãos a saírem dos seus
locais de trabalho antecipadamente.
A sistematização das campanhas contra o uso de bebidas alcoólicas só terão efeitos práticos quando
aliarmos as suas politicas pratica de banimento.
Não é crível que apelemos sobre o efeito nefasto sobre o
uso de bebidas alcoólicas quando verificamos ao incentivo de
maratonas, a cerveja é mais barato que a garrafa de água mineral
nas ruas, (a Cuca em lata é Kz. 50 ao passo que, a água mineral
garrafa pequena é Kz. 100)
É comum também, denunciarmos
acontecimentos que são consequências, pensando que estamos contribuindo para a
solução
dos problemas, não vamos a fundo, às raízes dos problemas.
Importa finalizar apelando a reflexão das entidades estatais, para uma avaliação da nação que queremos deixar para os nossos filho.
![]() |
| Esta imagem deverá ficar apenas como simbolo da nossa história. Mais, que sirva para a nossa reflexão. |
Diante disso, faz sentido afirmar que a proibição ou restrição até ao máximo do USO DE BEBIDAS ÁLCOOLICAS IMPÕE-SE NA SOCIEDADE ANGOLANA.
É urgente uma legislação sobre esta matéria!
Por outro lado, parte-se do pressuposto de que, a função essencial do Estado entre outras, esta ligado à :


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